terça-feira, 3 de junho de 2014

ATAbrinca "Teatro sem Falas"

Os mais novos do Teatro Artimanha, o ATABrinca - Teatro Infantil apresenta o seu mais recente espectáculo "Teatro Sem Faltas" de Barbara Vicente (formadora do ATABrinca) durante as Festas Populares do Pinhal Novo.

Com espectáculos no dia:
- 6 de Junho (Sexta-Feira) pelas 21h00 no Polidesportivo - José Maria dos Santos;
- 7 de Junho (Sábado) no Auditório Municipal do Pinhal Novo, com sessões às 15h00, 15h30 e 16h00.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Artimanha estreia "Está Lá?"

O Teatro Artimanha apresenta, no próximo dia 7 de Junho, durante o decorrer das Festas Pinhal Novo no Auditório Municipal Pinhal Novo a sua mais recente produção "Esta Lá?" de André Brun.

Com Sessões às:
- 21h30
- 22h15

Ficha Técnica:
Elenco: Gonçalo Mateus e Rúben Martins
Direcção de Actores: Bruno Gomes
Design Gráfico: Rute Pascoal
Produção: Teatro Artimanha

Sinopse:
"O que fazer quando um tabelião é invadido, no seu escritório no coração de Lisboa, por um maluco que se mostra disposto a passar por cima de tudo e todos para atingir os seus objectivos? O que o terá levado a invadir o escritório de Agapito Soares? O que fará o pobre tabelião para o conseguir expulsar do seu estabelecimento?
É o que o levamos a descobrir após mergulhar connosco nesta alucinante história. Veremos se o verdadeiro surpreendido não será Agapito Soares."


Número, Tabela e Estatística

O Teatro Artimanha ConVida EnsaiArte, grupo de teatro do Pinhal Novo, que apresentará o seu espectáculo "Número, Tabela e Estatística" no próximo Sábado, dia 31 de Maio pelas 21h30 no Auditório Municipal Pinhal Novo.

No dia 31/05 pelas 21.30h no Auditório do Pinhal Novo (mesmo ao lado da estação dos combóios) o grupo ENSAIARTE estreia "NÚMERO TABELA ESTATÍSTICA". É uma peça diferente e muito urgente; semelhante a um manifesto gracioso e cheio de subtexto para sentir e pensar.
As reservas devem ser feitas para: 916152917 ou 966564933.
Os bilhetes custam apenas um "donativo" para o grupo ENSAIARTE.
Apareçam e divulguem
P' ENSAIARTE


terça-feira, 13 de maio de 2014

"Adolescentes" no Barreiro

Foi na passada noite do dia de 10 de Maio que as "Adolescentes" apresentaram-se na sede da SIRB "Os Penicheiros", a convite da Associação Projéctor - Companhia de Teatro do Barreiro. Um espectáculo integrado na 3ª Festa do Teatro da Cidade do Barreiro.


Album do Facebook actualizado com as fotos do espectáculo:
https://www.facebook.com/media/set/

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Queima de Judas 2014

O Teatro Artimanha marcou mais uma vez presença na Queima de Judas que decorreu nas ruas de Palmela, numa organização do Município de Palmela.
Obrigado aos participantes, Rute Pascoal, Bruno Gomes, Rui Guerreiro; e à Ana Guerreiro que nos apoiou.
E um obrigado muito especial à Bárbara e Paulo Vicente que ajudaram na realização do nosso Judas.



Boneco Judas



Video da Performance (vídeo da Câmara Municipal de Palmela) - performance do Artimanha aos 18m45s


domingo, 16 de março de 2014

Reposição das "Adolescentes"

Na passada 5ª feira à noite no Auditório Municipal de Pinhal Novo as "Adolescentes" apresentaram uma peça renovada e divertida que fez as delícias do público presente.

Muitos parabéns à Rute Pascoal, Inês Ariana, Ines Ribeiro e Malaika Teixeira pela vossa excelente representação.

Mensagem Dia Mundial do Teatro 2014

de Brett Bailey

Onde quer que exista a sociedade humana, o seu Espírito irrepressível de Representação manifesta-se.

Nas pequenas aldeias e em palcos ultra modernos nas grandes metrópoles. Nos espaços de recreio nas escolas, nos campos e em templos; em bairros de lata, em praças nas grandes cidades e nos centros comunitários as pessoas congregam-se para comungar os mundos efémeros do teatro que criamos para exprimir a nossa complexidade humana, a nossa diversidade, a nossa vulnerabilidade, em “carne viva”, em respiração e em voz.

Juntamo-nos para chorar e para relembrar; para rir e para contemplar; para aprender, afirmar e imaginar. Para nos maravilharmos com a destreza técnica e para encarnar os deuses. Para suster o nosso sopro vital perante a nossa capacidade para a beleza, a compaixão, a monstruosidade. Vimos para obter a energia e o poder. Para celebrar a riqueza das nossas culturas tão diferentes, e para dissolver as fronteiras que nos dividem.

Onde quer que exista a sociedade humana, o seu Espírito irrepressível de Representação manifesta-se. Nascido da comunidade, transporta as máscaras e os costumes das nossas diferentes tradições. Explora as nossas linguagens, os ritmos e os gestos e abre um espaço entre nós.

E nós, os artistas que trabalhamos com este espírito ancestral, sentimo-nos compelidos para o canalizar através dos nossos corações, das nossas ideias e dos nossos corpos para poder revelar as nossas realidades em toda a sua mundanidade e mistério.

Mas, nesta era em que tantos milhões lutam desesperadamente por sobreviver, sofrem sob regimes opressores e capitalismos predatórios, e fogem de conflitos e de provações; em que a nossa privacidade é invadida por serviços secretos e que as nossas palavras são censuradas por governos intrusivos e sem escrúpulos; em que florestas inteiras são aniquiladas, espécies exterminadas e oceanos são envenenados: o que é que é necessário revelar?

Neste mundo de poder desigual em que várias ordens hegemónicas tentam convencer-nos que uma nação, uma raça, um género, uma preferência sexual, uma religião, uma ideologia, uma estrutura cultural é superior a todas as outras, será que podemos afirmar categoricamente que as artes devem estar separadas da agenda social?

Estaremos nós, os artistas das arenas e dos palcos, conformados com as exigências do mercado, ou deveremos usar o poder que temos para abrir um espaço de reflexão no coração e na mente das sociedades, para unir as pessoas em torno de nós, para inspirá-las, encantá-las e informa-las, criando um mundo de esperança e de solidariedade sincera?

(Tradução de Fernando Rodrigues)

Notas sobre o autor:                                                    
Brett Bailey é um dramaturgo Sul Africano, director artístico do “Third World Bunfight”. Fez trabalhos na África do Sul, no Zimbabué, Uganda, Haiti, República Democrática do Congo e na Grã-Bretanha.

“Big Dada”, “Ipi Zombi?”, “Mumbo Jumbo” são algumas das suas obras dramáticas mais emblemáticas que interrogam as dinâmicas do mundo pós-colonial.

As suas peças e performances já foram apresentadas um pouco por toda a Europa, na Austrália e em África tendo conquistado vários prémios.