O Teatro Artimanha apresenta, no próximo dia 7 de Junho, durante o decorrer das Festas Pinhal Novo no Auditório Municipal Pinhal Novo a sua mais recente produção "Esta Lá?" de André Brun.
Com Sessões às:
- 21h30
- 22h15
Ficha Técnica:
Elenco: Gonçalo Mateus e Rúben Martins
Direcção de Actores: Bruno Gomes
Design Gráfico: Rute Pascoal
Produção: Teatro Artimanha
Sinopse:
"O que fazer quando um tabelião é invadido, no seu escritório no
coração de Lisboa, por um maluco que se mostra disposto a passar por
cima de tudo e todos para atingir os seus objectivos? O que o terá
levado a invadir o escritório de Agapito Soares? O que fará o pobre
tabelião para o conseguir expulsar do seu estabelecimento?
É o que
o levamos a descobrir após mergulhar connosco nesta alucinante
história. Veremos se o verdadeiro surpreendido não será Agapito Soares."
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Número, Tabela e Estatística
O Teatro Artimanha ConVida EnsaiArte,
grupo de teatro do Pinhal Novo, que apresentará o seu espectáculo
"Número, Tabela e Estatística" no próximo Sábado, dia 31 de Maio pelas 21h30 no Auditório Municipal Pinhal Novo.
No dia 31/05 pelas 21.30h no Auditório do Pinhal Novo
(mesmo ao lado da estação dos combóios) o grupo ENSAIARTE estreia
"NÚMERO TABELA ESTATÍSTICA". É uma peça diferente e muito urgente;
semelhante a um manifesto gracioso e cheio de subtexto para sentir e
pensar.
As reservas devem ser feitas para: 916152917 ou 966564933.
Os bilhetes custam apenas um "donativo" para o grupo ENSAIARTE.
Apareçam e divulguem
P' ENSAIARTE
As reservas devem ser feitas para: 916152917 ou 966564933.
Os bilhetes custam apenas um "donativo" para o grupo ENSAIARTE.
Apareçam e divulguem
P' ENSAIARTE
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terça-feira, 13 de maio de 2014
"Adolescentes" no Barreiro
Foi na passada noite do dia de 10 de Maio que as "Adolescentes" apresentaram-se na sede da SIRB "Os Penicheiros", a convite da Associação Projéctor - Companhia de Teatro do
Barreiro. Um espectáculo integrado na 3ª Festa do Teatro da Cidade do
Barreiro.
Album do Facebook actualizado com as fotos do espectáculo:
https://www.facebook.com/media/set/
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Queima de Judas 2014
O Teatro Artimanha marcou mais uma vez presença na Queima de Judas que decorreu nas ruas de Palmela, numa organização do Município de Palmela.
Obrigado aos participantes, Rute Pascoal, Bruno Gomes, Rui Guerreiro; e à Ana Guerreiro que nos apoiou.
E um obrigado muito especial à Bárbara e Paulo Vicente que ajudaram na realização do nosso Judas.
Video da Performance (vídeo da Câmara Municipal de Palmela) - performance do Artimanha aos 18m45s
Obrigado aos participantes, Rute Pascoal, Bruno Gomes, Rui Guerreiro; e à Ana Guerreiro que nos apoiou.
E um obrigado muito especial à Bárbara e Paulo Vicente que ajudaram na realização do nosso Judas.
Boneco Judas
Video da Performance (vídeo da Câmara Municipal de Palmela) - performance do Artimanha aos 18m45s
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domingo, 16 de março de 2014
Reposição das "Adolescentes"
Na passada 5ª feira à noite no Auditório
Municipal de Pinhal Novo as "Adolescentes" apresentaram uma peça
renovada e divertida que fez as delícias do público presente.
Muitos parabéns à Rute Pascoal, Inês Ariana, Ines Ribeiro e Malaika Teixeira pela vossa excelente representação.
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Mensagem Dia Mundial do Teatro 2014
de Brett Bailey
(Tradução de Fernando Rodrigues)
Brett
Bailey é um dramaturgo Sul Africano, director artístico do “Third
World Bunfight”. Fez trabalhos na África do Sul, no Zimbabué, Uganda,
Haiti, República Democrática do Congo e na Grã-Bretanha.
Onde quer que exista a sociedade humana, o seu Espírito irrepressível de Representação manifesta-se.
Nas
pequenas aldeias e em palcos ultra modernos nas grandes metrópoles.
Nos espaços de recreio nas escolas, nos campos e em templos; em bairros
de lata, em praças nas grandes cidades e nos centros comunitários as
pessoas congregam-se para comungar os mundos efémeros do teatro que
criamos para exprimir a nossa complexidade humana, a nossa diversidade,
a nossa vulnerabilidade, em “carne viva”, em respiração e em voz.
Juntamo-nos
para chorar e para relembrar; para rir e para contemplar; para
aprender, afirmar e imaginar. Para nos maravilharmos com a destreza
técnica e para encarnar os deuses. Para suster o nosso sopro vital
perante a nossa capacidade para a beleza, a compaixão, a
monstruosidade. Vimos para obter a energia e o poder. Para celebrar a
riqueza das nossas culturas tão diferentes, e para dissolver as
fronteiras que nos dividem.
Onde quer que exista a
sociedade humana, o seu Espírito irrepressível de Representação
manifesta-se. Nascido da comunidade, transporta as máscaras e os
costumes das nossas diferentes tradições. Explora as nossas linguagens,
os ritmos e os gestos e abre um espaço entre nós.
E nós,
os artistas que trabalhamos com este espírito ancestral, sentimo-nos
compelidos para o canalizar através dos nossos corações, das nossas
ideias e dos nossos corpos para poder revelar as nossas realidades em
toda a sua mundanidade e mistério.
Mas, nesta era em que
tantos milhões lutam desesperadamente por sobreviver, sofrem sob
regimes opressores e capitalismos predatórios, e fogem de conflitos e
de provações; em que a nossa privacidade é invadida por serviços
secretos e que as nossas palavras são censuradas por governos
intrusivos e sem escrúpulos; em que florestas inteiras são aniquiladas,
espécies exterminadas e oceanos são envenenados: o que é que é
necessário revelar?
Neste mundo de poder desigual em que
várias ordens hegemónicas tentam convencer-nos que uma nação, uma raça,
um género, uma preferência sexual, uma religião, uma ideologia, uma
estrutura cultural é superior a todas as outras, será que podemos
afirmar categoricamente que as artes devem estar separadas da agenda
social?
Estaremos nós, os artistas das arenas e dos
palcos, conformados com as exigências do mercado, ou deveremos usar o
poder que temos para abrir um espaço de reflexão no coração e na mente
das sociedades, para unir as pessoas em torno de nós, para inspirá-las,
encantá-las e informa-las, criando um mundo de esperança e de
solidariedade sincera?
(Tradução de Fernando Rodrigues)
Notas sobre o autor:
Brett
Bailey é um dramaturgo Sul Africano, director artístico do “Third
World Bunfight”. Fez trabalhos na África do Sul, no Zimbabué, Uganda,
Haiti, República Democrática do Congo e na Grã-Bretanha.
“Big
Dada”, “Ipi Zombi?”, “Mumbo Jumbo” são algumas das suas obras
dramáticas mais emblemáticas que interrogam as dinâmicas do mundo
pós-colonial.
As suas peças e performances já foram apresentadas
um pouco por toda a Europa, na Austrália e em África tendo conquistado
vários prémios.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
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